Sunday, October 28, 2018

MORRE O PRESIDENTE DO LEICESTER FC, VICHAI SRIVADDHANAPRABHA, O RESPONSÁVEL PELO MAIOR FEITO NA HISTÓRIA DO FUTEBOL MUNDIAL.

O DEUS EXTRA-TERRESTRE
Leicester City fans gathered outside the stadium to pay respect this morning after the helicopter crash on Saturday evening 




Candles, flowers and scarves have been laid out by fans of the football club. West Ham scarves have also been placed outside the stadium, hours after the crash

Fans were seen crying at the stadium in the hours following the crash as they nervously waited for news over the condition of those on the helicopter



Flowers and scarves were laid outside the King Power Stadium as anxious Leicester fans arrived at the ground this morning

Pedestrians walk past a mural of chairman Vichai Srivaddhanaprabha near De Montfort University in Leicester on Sunday 


Vichai Srivaddhanaprabha waves to fans after a Premier League clash between Leicester City and Southampton in April 2016







Por que o título do Leicester é o maior feito da história do futebol mundial


Gian Oddi
Gian Oddi
É preciso admitir: por motivos que podemos discutir outro dia, volta e meia o jornalismo esportivo abusa de termos como "épico", "histórico" ou "incrível" para adjetivar feitos que, se não são corriqueiros, vão só um pouco além do habitual. Um jogo contra um time medíocre da Bolívia ou do Peru logo vira "épico", uma virada num modorrento campeonato estadual torna-se "histórica" ou "heroica", e por aí vai...
GETTY
Ranieri abraça Vardy: parceria entre técnico e elenco foi harmoniosa do início ao fim
Ranieri abraça Vardy: os dois nomes que melhor simbolizam o absurdo da conquista
Então, antes de continuar, é bom deixar claro que não acredito estar incorrendo nesse tipo de banalização ao classificar o título inglês conquistado agora pelo pequeno Leicester. Um time de uma cidade com 340 mil habitantes que, no início do campeonato, com o quarto elenco menos valioso do torneio — à frente apenas dos que vieram da segunda divisão —, era candidatíssimo a cair. Cujo artilheiro, hoje com 29 anos, aos 23 anos ainda jogava na 7ª divisão. E com um simpático técnico que, mesmo renomado, só agora, aos 64, vence seu primeiro campeonato nacional.


Estes são apenas alguns entre os tantos ingredientes que fazem com que as palavras "histórico", "épico" e "heroico" sejam adjetivos até modestos para classificar o que fez o Leicester na temporada 2015-16. Porque a conquista desta segunda-feira foi — e agora vai parecer exagero — o maior feito da história do futebol mundial.
Justifico a seguir. Porque o título do Leicester, entre as raras histórias similares ocorridas em toda a história, é a única a ter em comum os três pontos abaixo.
1) Foi nos pontos corridos.
Esqueça a discussão sobre a "melhor" fórmula de disputa. Existe uma premissa que nem sequer gera debate: a de que, diante da imprevisibilidade do mata-mata, as chances do mais fraco, do azarão, do time menos técnico e menos rico tornam-se bem maiores do que numa disputa por pontos corridos, onde a regularidade (neste caso durante 38 rodadas) é fator determinante para que se chegue ao troféu. Portanto, se você pensou na Grécia campeã da Euro 2004 ou em qualquer outra bizarrice do gênero para "rivalizar" com a conquista do Leicester, já está explicado o descarte feito nesta comparação.
2) É o triunfo de um favorito ao rebaixamento.
Ok, se a gente fuçar a história dos campeonatos por pontos corridos pelo planeta certamente acharemos muitas conquistas de times que não eram apontados como favoritos ao título. Isso é uma coisa. Outra coisa, bem diferente, será encontrar, entre estes campeões, aqueles que eram apontados como favoritos ao rebaixamento no início da temporada. Times cuja chance de ser campeão fossem iguais as de, como mostravam as apostas no caso do Leicester, alguém provar que Elvis Presley está vivo ou que o monstro do lago Ness existe e está à espera de um turista mais atento para sair em sua próxima selfie.
3) Ocorreu contra gigantes milionários donos de seleções mundiais.
Não sabemos, mas podemos até admitir que num campeonato do Congo, da Armênia, da Finlândia ou do Paquistão (será que por pontos corridos?) um time inicialmente favorito ao rebaixamento tenha conquistado o título. Pode ser. Agora, ainda que isso tenha ocorrido, o nivelamento (por baixo) e a (pouca) qualidade dos adversários terá colaborado para a surpresa. Ou alguém acha que em algumas destas ligas o azarão da vez terá superado os bilhões de chelseas, cities e uniteds e derrotado nomes como rooneys, mourinhos e agueros? A força dos rivais é um dos principais pontos a engrandecer o feito do Leicester.
Mesmo considerando os três quesitos acima, não deixa de ser tentador comparar a conquista do time de Claudio Ranieri com outros campeões épicos (de verdade), certo? Então vamos lá.

Monday, October 22, 2018

Bolsonaro pediu o fuzilamento de Fernando Henrique Cardoso

🔺BOLSONARO É CONSCIENTE DO MAIOR MAL  DO BRASIL.
🔺PT SOBREVIVEU UM ATAQUE NUCLEAR E CHEGA AO SEGUNDO TURNO.
🔺MDB E PSDB PERDEM NO SENADO E NO CONGRESSO COMO CONSEQUÊNCIA DO GOLPE-IMPEACHMENT.
🔺OS PATRIOTAS DISPUTAM O SEGUNDO TURNO.



MDB e PSDB foram os maiores derrotados PENSATA O candidato a deputado e presidente do PRTB, Levy Fidelix, que preparava candidatura para presidir a Câmara não se elegeu. Esqueceu de combinar com os russos! 08/10/2018 - 23:23:41 Osni Ribeiro Mello

PT e PSL terão as maiores bancadas na Câmara em 2019

Cláusula de desempenho reduzirá nº de partidos
MDB e PSDB perdem espaço

PT e PSL terão as maiores bancadas na Câmara em 2019 Cláusula de desempenho reduzirá nº de partidos MDB e PSDB perdem espaço



Líderes na disputa presidencial, PT e PSL também terão maiores bancadas na CâmaraSérgio Lima/Poder360 – 19.fev.2018

08.out.2018 (segunda-feira) - 4h22
atualizado: 09.out.2018 (terça-feira) - 17h04

Os 2 partidos que terão candidatos disputando a Presidência no 2º turno também serão donos das maiores bancadas na Câmara dos Deputados a partir de 2019. PT e PSL elegeram mais de 50 deputados cada e serão as siglas com mais força na Casa.
O PT terá 56 deputados e o partido de Bolsonaro, 52. MDB e PSDB despontam como os maiores perdedores em relação à última eleição, em 2014. O partido do presidente Michel Temer elegeu 34 deputados –quase metade dos congressistas que teve há 4 anos. O PSDB elegeu 54 deputados em 2014 e terá apenas 29 representantes na Casa a partir do ano que vem.

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A grande novidade das eleições para a Câmara em 2018 é a instalação da cláusula de desempenho, que reduzirá número de partidos com funcionamento pleno no Congresso.

CLÁUSULA DE DESEMPENHO

Um dos desafios dos partidos neste ano é atingir a cláusula de desempenho para ter direito ao fundo e ao tempo de propaganda a partir de 2019.
Só terá direito a sigla que cumprir ao menos 1 destes requisitos:
  • receber ao menos 1,5% dos votos válidos distribuídos em pelo menos 1/3 das unidades da Federação (9 estados), com um mínimo de 1% dos votos válidos em cada uma delas;
  • eleger pelo menos 9 deputados federais, distribuídos em no mínimo de 9 unidades da Federação.
Em 2022, a cláusula de desempenho sobe para 2% dos votos em todo o país.

EM 2022, FIM DAS COLIGAÇÕES 

Na próxima eleição para o Congresso, não serão mais permitidas as coligações em eleições proporcionais (deputados). Ou seja, cada partido terá de disputar sozinho, apenas com seus candidatos, as vagas em Assembleias Legislativas (nos Estados), Câmra Distrital (em Brasília) e Câmara dos Deputados.

A HISTÓRIA DA CLÁUSULA

O Congresso criou a cláusula nos anos 1990. Mas o STF a derrubou em 2006. Deputados e senadores novamente aprovaram a regra em 2017, por meio de emenda constitucional. Saiba como será a implementação:
  • Eleição de 2018 – só terá direito ao Fundo Partidário e ao tempo de propaganda a partir de 2019 o partido que tiver recebido ao menos 1,5% dos votos para deputado federal nas eleições de 2018, distribuídos em pelo menos 1/3 das 27 unidades da Federação, com no mínimo de 1% dos votos em cada uma delas. Se não cumprir esse parâmetro, o partido só manterá os benefícios caso eleja pelo menos 9 deputados federais, distribuídos em um mínimo de 9 unidades da Federação;
  • Eleição de 2022 – a exigência sobe para 2% dos votos válidos obtidos nacionalmente para deputado federal em 1/3 das unidades da Federação, sendo um mínimo de 1% em cada uma delas. Outra possibilidade: eleger pelo menos 11 deputados federais distribuídos em 9 unidades. A partir de 2022 ficam proibidas coligações partidárias para disputas de deputados federais e estaduais, o que reduz o campo de ação de siglas pequenas;
  • Eleição de 2026 – o percentual sobe 2,5% dos votos válidos, distribuídos em 9 unidades da Federação, com no mínimo de 1,5% de votos em cada uma delas. Alternativamente, poderá eleger 1 mínimo de 13 deputados em 1/3 das unidades;
  • Eleições de 2030 – a cláusula chega ao seu percentual máximo, de 3% dos votos válidos, distribuídos em pelo menos 1/3 das unidades da federação, com 2% dos votos válidos em cada uma delas. Se não cumprir o requisito, a legenda poderá ter acesso aos benefícios apenas se eleger pelo menos 15 deputados distribuídos em pelo menos 1/3 das unidades da Federação.




Sunday, October 14, 2018

GUERRA NAS ESTRELAS....SATÉLITEAMC-9 ATINGIDO E DESTRUÍDO POR OVNIS...U.S. SATELLITE APPROACHED AND DESTROYED BY 5 UFO'S - 06/17/2017



  • O ESPAÇO ESTÁ SENDO BLOQUEADO!!
  • EM 17.9., O TELESCÓPICO EM N.MEXICO FOI FECHADO.
  • FOGUETE RUSSO FALHOU EM 11.10.
  • O VEICULO DA NASA EM MARS, PAROU DE EMITIR SINAIS.
  • SE A BOLSA DE NY CEDER 200-PONTOS AMANHA, 15.10., CORREMOS O RISCO DE SOFRER UM BLACKOUT MUNDIAL NO INTENET.














AMC-9
Satélite
O AMC-9 é um satélite de comunicação geoestacionário construído pela Alcatel Space que está localizado na posição orbital de 83 graus de longitude oeste e é operado pela SES. O satélite foi baseado na plataforma Spacebus-3000B3 e sua expectativa de vida útil era de 15 anos. Wikipédia
Data de lançamento5 de junho de 2003 7:15 PM BRT
Altura da órbita35.786 km
Longitude83° West
Frequência36 MHz