Wednesday, March 16, 2016

CAOS ORQUESTRADO E JUDICIÁRIO FORA-DA-LEI!: O Telefone do Presidente da Republica foi grampeado por um juíz de 1a Instância!



  • INQUISIÇÃO: Guerra do Petróleo/Aparentemente, não passamos por único dia sem que tenhamos uma notícia política que incita caos, tumulto, convulsão, 24-horas por dia, 7-dias por semana, 52-semanas por ano.
  • INÉDITO NA HISTÓRIA: O Judiciário está fora-da-lei.
UM ABSURDO QUE UM PRESIDENTE DE UMA REPUBLICA NÃO TEM TELEFONE CRIPTOGRAFADO.

Extreme Prejudice - CIA Whistle Blower Susan Lindauer PDX 911Truth

James Perloff, One Nation Under Satan, Council of Foreign Relations

Tuesday, March 15, 2016

DNA BRASILEIRO, 500-ANOS (1500-2002) GRILADO POR CARRASCOS: DNA BRASILEIRO, 500-ANOS (1500-2002) GRILADO POR C...

DNA BRASILEIRO, 500-ANOS (1500-2002) GRILADO POR CARRASCOS: DNA BRASILEIRO, 500-ANOS (1500-2002) GRILADO POR C...: DNA BRASILEIRO, 500-ANOS (1500-2002) GRILADO POR CARRASCOS: Eugênio Aragão : Eugênio Aragão:Da Associação Nacional dos Procuradores da Repúb...

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Newton Ishii foi condenado na Operação Sucuri, mas recorreu. Caso de 2003 ainda corre nas esferas criminal e administrativa.

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou um recurso de três réus da Operação Sucuri, deflagrada em 2003, contra 19 policiais federais, além de agentes da Receita Federal e da Polícia Rodoviária Federal. Um dos envolvidos no caso é o agente Newton Hidenori Ishii, que ficou conhecido como “Japonês da Federal”, ao aparecer constantemente escoltando presos da Operação Lava Jato.

À época, as investigações mostraram que os agentes facilitavam a entrada de contrabando no país, pela fronteira com o Paraguai, em Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná.

Segundo o advogado Oswaldo Loureiro de Mello Júnior, que defende Ishii e outros 14 réus, os processos decorrentes da Operação Sucuri ainda estão correndo na Justiça e nenhum dos acusados cumpriu qualquer pena.

O caso, contudo, segue sob segredo de Justiça. Em 2009, o juiz federal Pedro Carvalho Aguirre Filho, que coordenava os processos em Foz do Iguaçu, emitiu uma nota esclarecendo apenas que os agentes federais condenados haviam recebido penas que variavam entre oito anos, um  mês e 20 dias de reclusão, além de 160 dias-multa a quatro anos e oito meses de reclusão e 100 dias-multa.

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