Wednesday, March 9, 2016

DNA BRASILEIRO, 500-ANOS (1500-2002) GRILADO POR CARRASCOS: INQUISIÇÃO 2016:GOVERNO LAVA-JATO IMPERIAL DE CURI...

DNA BRASILEIRO, 500-ANOS (1500-2002) GRILADO POR CARRASCOS: INQUISIÇÃO 2016:GOVERNO LAVA-JATO IMPERIAL DE CURI...: GOVERNO LAVA-JATO IMPERIAL DE CURITIBA Já em 1760, Adam Smith ao observar os acontecimentos em S.Domingo em 1450 e Virginia em 1650, defi...



Cem soldados da Polícia da Aeronáutica cercaram o jatinho que levaria Lula a Curitiba. A equipe da lava-jato desiste do plano A.

por Jari Mauricio da Rocha, na Carta Maior

O que teria, de fato, atrapalhado os planos de levarem o ex-presidente Lula para Curitiba é umas das questões mais levantadas após a última tentativa da equipe de Moro.

Aeroporto de Congonhas, sexta-feira, 04 de março, cedo da manhã.

Soldados da polícia da aeronáutica estranham a movimentação de outros policiais armados.

Bloqueiam a entrada e não deixam eles entrarem no aeroporto. Não teriam reconhecido a farda que foi usada pela Polícia Federal, que estava fortemente armada.

Um dos soldados avisa ao coronel o que está ocorrendo.

O coronel fica furioso.

O reforço é chamado. Em poucos minutos a polícia da aeronáutica está preparada com centenas de homens para, se preciso for, confrontar os policias da PF.

A confusão é enorme, então descobre-se que o ex-presidente estava sendo conduzido. Neste momento, o coronel assume o comando do aeroporto e dá ordens para que cem homens da Polícia da Aeronáutica cerquem o jatinho que, segundo lhe informaram, levaria o ex-presidente Lula para Curitiba.

Mais tensão.

Sabe-se então que Lula está na sala da PF para interrogatório. Neste instante é aventada a decisão de invadir a sala para resgatar o ex-presidente. Há uma negociação, mas o coronel, que segundo consta é legalista, teria perguntado: “O que vocês pensam que estão fazendo com um ex-presidente?”.

Em meio a isso, o ex-deputado, professor Luisinho já estaria protestando contra a detenção de Lula e há uma baderna enorme defronte a sala da PF. Manifestantes contra Lula entram em êxtase.

Desmentidos surgem, mas o coronel do aeroporto não dá sinais de recuar. A PA permanece a postos, pronta para qualquer tentativa de condução de Lula.

A equipe da lava-jato desiste do plano A, que seria levar Lula à Curitiba – onde deputados de oposição já estariam comemorando.

Além disso, decidem reduzir o tempo do interrogatório, que era pra ser bem mais longo e, consequentemente, mais cansativo ao ex-presidente.

A Polícia da Aeronáutica, sob o comando do coronel, não arreda pé.

Diante do impasse, o juiz Sergio Moro teria dado ordens para abortar a operação.

O ex-presidente Lula é libertado.

A operação fracassou.

Quem forneceu essas informações, relatou tudo isso, exatamente desta forma.

Provavelmente quem esteve no local, naquela fatídica manhã de sexta-feira, possa ter visto parte desse impasse.

Sobre a veracidade desta versão, cabem duas questões:

De fato aconteceu desta maneira, a partir da ótica do narrador.

Ou, como disse a personagem do filme “Cortina de Fumaça”, Paul Benjamin, interpretado por William Hurt, após ouvir a história de natal de Auggie Wren (Harvey Keitel):

“Para se contar uma boa história tem-se que saber apertar as teclas certas. E nisso, você é mestre”.

Quando o narrador dessa história terminou de contar, me disse: “Podia ter acontecido uma tragédia. Foi muito tenso”.

A mim coube apenas a fidelidade do relato sem o uso de qualquer recurso literário.
http://www.ocafezinho.com/2016/03/09/o-plano-de-prender-lula-poderia-ter-acabado-em-tragedia/

DNA BRASILEIRO, 500-ANOS (1500-2002) GRILADO POR CARRASCOS: INQUISIÇÃO 1500-2002: O Juíz Maximilien Robespierr...

DNA BRASILEIRO, 500-ANOS (1500-2002) GRILADO POR CARRASCOS: INQUISIÇÃO 1500-2002: O Juíz Maximilien Robespierr...: Já em 1760, Adam Smith ao observar os acontecimentos em S.Domingo em 1450 e Virginia em 1650, definiu as diferenças como segue: 1.   ...

Tuesday, March 8, 2016

INQUISIÇÃO 1500-2002: O Juíz Maximilien Robespierre Foi Guilhotinado em 1794


Já em 1760, Adam Smith ao observar os acontecimentos em S.Domingo em 1450 e Virginia em 1650, definiu as diferenças como segue:

1.     O judiciário Romano, tendo juízes com poderes para governarem (imperialismo) foi iniciado em S.Santo Domingo (America do Sul) e não terá êxito. No imperialismo, o imperador/rei é o dono do estado, país, nação, judiciário e monetário.
2.    
 Mesmo com a "Republica" que coloca o cidadão como autoridade máxima dentro de uma constituição, os juízes na America Latina continuam a agir como 'imperialistas', ou seja, "=G=O=V=E=R=N=O=== P=A=R=A=L=E=L=O=="





1.     Tanto o Oriente Médio e a America do Sul caminham para restaurar a sua identidade orgânica que sofreu uma disrupção como consequência da segunda guerra mundial.  Os curandeiros ganharam mas os povos do Oriente Médio e da America  do  Sul, vão a guerra civil, caso o imperialismo seja uma ameaça novamente.
2.     Os curandeiros Keynes, Larry Summers, Krugman, Delfin Netto etc conseguiram um poder de influência imensurável com  a Fraude Monetário e moedas Ponzi que tem 100% de fracasso garantido. Isso causará o maior colapso na história da humanidade principalmente nos EUA, EU, Japão e a Han China Comunista.
3.     O juiz e advogado  Maximilien Robespierre foi guilhotinado por usar a corte para promover delações premiados mediante o reino de terror ao  prender as vítimas sem permitir o devido curso, a ampla defesa , pela derrubada do governo legítimo, por ter uma agenda de um governo paralelo, por legislar como juiz e atropelar a legalidade. Em 11-meses, 300,000 inimigos políticos e  trabalhadores foram presos por delações suspeitas e 17,000-foram guilhotinadas;  Assim, Robespierre foi capaz de eliminar toda oposição política, intoxicado pelo poder de um juiz de primeira instância de uma pequena cidade caipira do interior chamado Arras     
4.   

Os juízes não tem o direito de legislar ou atropelar a não ser que são pseudo-juízes com agenda alheia.
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OBJETIVO DA JUSTIÇA FEDERAL.
A Justiça Federal serve para manter o poder dentro da legalidade, analisa juiz federal- O objetivo principal da criação da Justiça Federal foi servir de instrumento de controle da aplicação da lei. A afirmação é do juiz federal George Marmelstein Lima, da Seção Judiciária do Ceará, durante palestra no seminário “Resgate da Memória da Justiça Federal – 40 anos da Lei n. 5.010 , na tarde desta segunda-feira (11). Esse ramo do Judiciário, segundo ele, tem a função de controlar os demais poderes em face daConstituição Federal . Marmelstein cita diversos casos desse período que ilustram o papel desempenhado pela Justiça Federal na construção da doutrina e na coibição de abusos cometidos pelas autoridades estatais*. O primeiro “teste de fogo”, em 1893, teve a decisiva participação de Ruy Barbosa como advogado. Foi um caso conhecido como o dos “militares reformados.
*autoridades estatais e não civis protegido pela Constituição-STF.
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Marco Aurélio teme conflitos e ‘cadaver nas ruas’ dia 13.


"Sim, receio um conflito. Receio, inclusive, o surgimento de um cadáver. E a História revela o que leva a esse surgimento", afirmou o ministro do STF Marco Aurélio Mello, sobre as manifestações contra o governo Dilma marcadas para o próximo domingo 13; grupos pró-governo também ameaçaram ir para as ruas, mas recuaram; Marco Aurélio defendeu que manifestantes contra a e favor do governo realizem suas manifestações em dias separados; "As manifestações devem ocorrer porque estamos num Estado Democrático de Direito. Mas que cada um tenha o seu dia. Não interessa ao povo brasileiro o conflito", disse

Monday, March 7, 2016

INQUISIÇÃO 2016:GOVERNO LAVA-JATO IMPERIAL DE CURITIBA

GOVERNO LAVA-JATO IMPERIAL DE CURITIBA

Já em 1760, Adam Smith ao observar os acontecimentos em S.Domingo em 1450 e Virginia em 1650, definiu as diferenças como segue:

1. O judiciário Romano, tendo juízes com poderes para governarem (imperialismo) foi iniciado em S.Santo Domingo (America do Sul) e não terá êxito.

2. Mesmo com a "Republica" que coloca o cidadão como autoridade máxima dentro de uma constituição, os juízes na America Latina continuam a agir como 'imperialistas', ou seja, "=G=O=V=E=R=N=O=== P=A=R=A=L=E=L=O=="
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Ministro do Supremo Tribunal Federal Marco Aurélio Mello vê com indignação a condução coercitiva do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na Lava Jato: "A pior ditadura é a ditadura do Judiciário", diz; "Aplaudo o Moro, mas não se avança culturalmente debaixo de vara", acrescenta; ele diz que o país está desprovido de segurança jurídica para a quadra delicada que o país atravessa e lista ainda outras condutas que ‘denotam falta de transparência do poder que deveria dar o exemplo’, como a decisão do seu colega Luiz Edson Fachin de retirar da pauta do plenário a denúncia da Procuradoria Geral da República contra o senador Renan Calheiros (PMDB-AL)
7 DE MARÇO DE 2016 ÀS 05:36


247 – O ministro do Supremo Tribunal Federal Marco Aurélio Mello vê com indignação a condução coercitiva do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na Lava Jato: "A pior ditadura é a ditadura do Judiciário", diz. "Aplaudo o Moro, mas não se avança culturalmente debaixo de vara", acrescenta.

Em entrevista ao Valor, ele diz que o país está desprovido de segurança jurídica para a quadra delicada que o país atravessa e lista ainda outras condutas que ‘denotam falta de transparência do poder que deveria dar o exemplo’, como a decisão do seu colega Luiz Edson Fachin de retirar da pauta do plenário a denúncia da Procuradoria Geral da República contra o senador Renan Calheiros (PMDB-AL): "Não é bom quando se retira um processo que tramita há tanto tempo. Gera uma insegurança enorme".

Na denúncia, oferecida há três anos, a procuradoria acusa o presidente do Senado de apresentar notas fiscais falsas ao Conselho de Ética para se defender de um processo de cassação de mandato em 2007. Ele foi acusado de usar a empreiteira Mendes Junior a pagar a pensão de uma filha que teve fora do casamento (leia mais).

http://www.brasil247.com/pt/247/brasil/219954/Marco-Aur%C3%A9lio-a-pior-ditadura-%C3%A9-a-do-Judici%C3%A1rio.htm

Friday, March 4, 2016

INQUISIÇÃO 2016: GUERRA DO PETRÓLEO. O Ex-Presidente Brasileiro é detido em seu próprio país.


LOS ANGELES - Nos últimos 60 anos, pelo menos 40% dos conflitos armados registrados no mundo tiveram entre os fatores envolvidos a disputa pelo controle de recursos naturais. Mas, diferentemente do que era visto até a Segunda Guerra Mundial, estas disputas se deram majoritariamente dentro das fronteiras de um único país, com o acesso a água, terras férteis ou reservas minerais sendo usados como arma ou fonte de financiamento nas lutas pelo poder entre facções rivais. Neste contexto, muitos países ricos em recursos naturais, principalmente na África e Sul da Ásia, acabaram condenados a um ciclo de guerras civis e governos ditatoriais, diz Michael Ross, professor de Ciências Políticas da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA) e autor do livro “The oil curse: How petroleum wealth shapes the development of nations” (“A maldição do óleo: como a riqueza do petróleo molda o desenvolvimento de nações”, em tradução livre), lançado nos EUA pela editora da Universidade de Princeton e ainda sem previsão de publicação no Brasil.
Não é novidade que os humanos lutam entre si por recursos naturais há muito tempo, desde a pré-história, mas o que mudou nos últimos anos? Historicamente, os recursos naturais foram a causa de muitos conflitos internacionais. A busca por recursos foi muitas vezes a força por trás dos empreendimentos coloniais e mesmo recentemente, até a Segunda Guerra Mundial, uma importante motivação para os conflitos entre nações. O que mudou é que agora os recursos são motivo de disputa dentro dos países e apenas raramente entre países. O exemplo mais extremo que temos hoje é o da República Democrática do Congo, que há mais de uma década está sendo estraçalhada por um conflito em que o acesso a recursos naturais tem um papel importante.
Não vemos mais conflitos entre nações por causa de recursos?Este tipo de conflito praticamente desapareceu. A exceção mais clara é o caso do Iraque. A guerra com o Irã nos anos 80, a invasão do Kuwait nos anos 90 e a luta dos EUA para derrubar Saddam Hussein nos anos 2000 tiveram como pano de fundo o controle de poços de petróleo naquela região. Mesmo assim, outros fatores alimentaram estes conflitos do Iraque, como desavenças políticas e acusações de apoio a terroristas. Fora isso, hoje é extremamente raro ver países entrando em guerra pelo controle de recursos naturais.

Por que o senhor classifica o petróleo como uma maldição?Nos países que vivem sob um regime totalitário, quando também têm riqueza de recursos naturais como o petróleo, as ditaduras costumam durar muito mais e são menores a chances de se tornarem uma democracia. Na minha análise, países sem grandes riquezas de recursos têm três vezes mais chances de serem democráticos ou se tornarem democracias do que os com grandes reservas naturais. E embora a América Latina seja uma importante exceção, a valorização do petróleo nos últimos anos levou a uma erosão das instituições democráticas na Venezuela sob o comando de Hugo Chávez. Ele transformou a PDVSA (a estatal petrolífera venezuelana), que era uma empresa transparente, em uma caixa-preta. Algo similar também aconteceu na Rússia sob o governo de Vladimir Putin. Enfim, o petróleo pode ser uma maldição para alguns países em que sua exploração acaba virando uma fonte de dinheiro para o ditador investir em seu aparato militar, forças de segurança e na distribuição de favores, perpetuando-se no poder.
Mas essa maldição também vale para outras riquezas naturais além do petróleo?Em alguns casos, sim. Petróleo e diamantes são os recursos mais problemáticos globalmente. Países com outras riquezas minerais geralmente conseguem distribuir melhor os benefícios de sua exploração, pois a mineração é uma indústria que demanda trabalho intensivo. Isso faz com que mais pessoas sejam empregadas na exploração, diluindo a renda gerada entre seu povo e evita sua concentração nas mãos de uma empresa, de um ditador e alguns poucos aliados. Uma exceção é o Congo. Claro que os recursos naturais não são a única causa do conflito, mas o controle da mineração do coltan (mistura de dois mineiras — columbita e tantalita — de onde se extraem nióbio e tântalo, metais essenciais para fabricação de aparelhos eletrônicos portáteis, como celulares, e do qual o Congo tem pelo menos 64% das reservas mundiais) está por trás do banho de sangue lá.
E quanto ao futuro? À medida que a população da Terra aumenta e as mudanças climáticas cobram seu preço, poderemos ver um retorno das disputas internacionais tendo como alvo acesso à água ou a terras férteis, por exemplo?Antes de tudo, deixo claro que sou muito cético quanto à nossa capacidade de prever como o mundo será mesmo em um horizonte curto de cinco a dez anos. Dito isso, acho pouco provável que vejamos, mesmo com as mudanças climáticas, conflitos deflagrados pela disputa por terras e água. Creio que as maiores ameaças serão os refugiados e o colapso econômico, com as cidades e regiões produtivas se tornando inabitáveis ou de outra forma afetadas pelo clima, principalmente nos países mais pobres. Estes movimentos populacionais podem gerar atritos internos e externos, com as pessoas migrando para países mais ricos ou melhor protegidos.
Mas não haveria uma pressão maior de lutar se for uma questão de sobrevivência?Acredito que sempre existirão conflitos de interesse entre países quanto ao controle de recursos naturais, especialmente os que atravessam fronteiras, como rios e zonas de pesca, ou mesmo quanto à poluição que vai de um para outro. Estes casos serão sempre uma fonte de desentendimentos, mas a questão é se serão resolvidos pela força. As soluções violentas continuarão a ser pouco prováveis. A realidade é que estas disputas internacionais quase nunca escalam ao ponto de termos bombardeios ou invasões, uma guerra aberta. Elas tendem a ser resolvidas por meio da diplomacia e tratados internacionais. Não importa o quão raivosos os diplomatas fiquem e gritem uns com os outros, no fim chegam a um acordo para evitar os prejuízos que uma guerra traria para todos os lados envolvidos. Nada indica que as disputas ambientais e por recursos naturais serão mais difíceis de resolver ou tratadas de uma forma diferente de outras questões, que serão uma exceção e sairão de um padrão mais amplo de resolução pacífica. Haverá muita discussão, mas no final os países encontrarão alguma maneira de conviver pacificamente, já que uma guerra só drenaria ainda mais seus parcos recursos. É muito difícil tirar vantagens de riquezas obtidas por meio da violência, é muito fácil estragar as fontes de recursos naturais. Na História recente, todas as vezes que um país tentou capturar recursos naturais por meio da guerra acabaram em desastre para a nação agressora, como para o Iraque, e não creio que outros países seguiriam essa estratégia.